Uma das perguntas mais comuns de empresários goianos é: quanto custa um plano de saúde para a minha empresa? A resposta depende de alguns fatores que valem a pena entender antes de pedir a cotação.
1. Número de vidas
Quanto maior o grupo, maior o poder de negociação. Contratos com menos de 30 vidas entram no chamado agrupamento de contratos, em que o reajuste é calculado em conjunto com outras pequenas empresas da mesma operadora.
A partir de 30 vidas, a empresa costuma ter condições diferenciadas, inclusive com isenção de carências para quem entra no prazo previsto em contrato.
2. Idade dos beneficiários
As tabelas são divididas em faixas etárias definidas pela ANS. Uma equipe mais jovem tende a ter um custo médio menor por pessoa.
3. Coparticipação
No modelo com coparticipação, o colaborador paga uma parte de consultas e exames quando usa o plano. Em troca, a mensalidade fixa da empresa cai — uma boa estratégia para equipes que usam pouco o plano.
4. Categoria e rede credenciada
Planos de entrada têm redes mais regionais; categorias superiores incluem hospitais premium, cobertura nacional e reembolso. Escolher a categoria certa evita pagar por algo que a equipe não usa.
- Rede regional forte em Goiânia: costuma ter melhor custo-benefício
- Abrangência nacional: indicada para quem viaja a trabalho
- Reembolso: dá liberdade para usar médicos fora da rede
Como pedir uma cotação precisa
Informe o número de vidas, as idades, o CNPJ e se há preferência por algum hospital. Com esses dados, a Invicta compara Bradesco Saúde, Amil, SulAmérica e Mais Saúde em uma única proposta.
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